sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Evangélico fecha conta no Banco Itaú em protesto





BANCO ITAÚ , UMA DAS MAIORES FONTES 

DE FINANCIAMENTO DE NOVELAS IMPRÓPRIAS DA TV GLOBO.

Fechei minha conta de mais de 30 anos.



JOÃO CRUZUÉ

O boicote é uma forma pacífica de protestar. Ele sinaliza um grande descontentamento de uma pessoa, contra um poder mais forte. Não importa tão forte seja, assim como a água esculpe a pedra com o tempo, uma atitude também pode alterar a  inércia, a passividade e inação. Ghandi,  Martin Luther King e Nelson Mandela foram os nomes mais nobres desta forma não violenta de agir. Quando começaram eram como nada, diante das forças que enfrentaram.

O Banco Itaú, assim como a Nextel e  como a Kia foram as grandes marcas financiadoras da novela da Globo - "Amor à Vida". E como toda novela da Globo, a mensagem real transmitida não tem compromisso com o bem estar da sociedade. Ela sempre vem embrulhada com um consumismo que agride o pensamento evangélico. O conteúdo de uma novela sempre traz uma mensagem anti-cristã que despersonaliza, amortece,  cega o entendimento, para que o seu futuro sempre dependa de ações e atitude dos outros. É isto que tem sido há mais de  40 anos.

Na TV Globo quando uma novela vai mal, ela abusa de cenas de violência, maldades, sexo e coisas ligadas a interesses mesquinhos. Tem sequestro? tem. Tem envenenamento de marido? tem. Tem apologia ao homossexualismo? tem. Tem estigmatização de crentes? sempre teve. Tem os mesmos personagens surrados, novela atrás de novela? tem. Tem manipulação da inteligência dos menos cultos? Tem. Tem a veiculação de uma mensagem de pão e circo que faz com que as classes menos favorecidas se acomodem e aceitem passivamente, até sorrindo suas bolsas esmolas mensais? Sim.

O que vem anestesiando a mente do povo brasileiro não é a religião mas uma cultura de novelas que lava e entorpece a mente dos menos afortunados, em lugar de enriquecê-las. E, como já senti na pele o gosto do preconceito contra crentes nos anos 70 e 80, não me é difícil perceber que os escritores de novelas da Globo vêm repercutindo em suas obras a velha estigmatização que as classes mais abastadas desta nação têm contra crentes. Principalmente, taxando-os de fundamentalistas, homofóbicos, retrógrados, coitadinhos (fiéis) e larápios (pastores). Pessoas que não querem deixar o país ser "moderno", enquanto praticam a apologia ao homossexualismo.

E que fique bem claro: por princípios cristãos sou contra a prática do homossexualismo. Não tenho nenhuma aversão pela pessoa homossexual. É digna de respeito tanto quanto um crente, um católico ou um ateu.

E quanto ao Banco Itaú, ele pode financiar o que quiser, só que não mais vai fazer isto com o meu dinheiro. É uma questão de consciência. A minha consciência disse-me que não devo deixar meus dinheiros naquele Banco para que sirva de apologia a costumes que não aprovo. Disse costumes. Prática.

E nestas circunstâncias, as Organizações Globo sempre estiveram à frente dos que desprezam os crentes. E  quando um Banco, uma industria de perfumes, uma empresa de telefonia móvel ou uma marca de carros ou o que mais decide financiar tais novelas, estão deliberadamente se colocando contra a minha consciência.  Como sou uma pessoa de paz, minha atitude é o boicote.

Novelas são caras. Sem financiamento elas  se esgotam e acabam mais cedo. Não basta  não assisti-las, é mais lógico também boicotar suas fontes de financiamento.

Quando a marca "albany" financiou aquela novela da TV Globo que mostrava uma senhora evangélica de "cabelão" e "saião" em um papel de louca esquizoide, muitas destas senhoras crentes compravam aqueles sabonetes "albany" nos supermercados, não sabem que estavam sustentando uma empresa que as estava estigmatizando. Então eu pensei: taí um produto que nunca mais vai ser visto no banheiro da minha casa. E lá se vão muitos anos.

Na minha opinião, Banco comercial não deve financiar ativismo homossexual em novelas . Que vá investir em educação integral. Que vá financiar cursinho de vestibulares nas TV para que estudantes das classes "D" e "E".  Que vá financiar ações para reduzir ao máximo a cultura de pedofilia da Região Norte.

Eu não gostei do que vi na política de publicidade do Banco Itaú. E Protesto.

E em protesto fechei a minha conta no Banco Itaú, hoje. Conta que mantinha há quase 30 anos. Fiquei descontente e mais exigente. Aquilo que me agride, ou rotula os evangélico, ou principalmente crianças, velhos e minorias, ficará sempre na minha linha de protesto.  Não posso fingir que não vi, porque não sou como um avestruz!

Eu aprendi o exato significado da palavra BOICOTE. A atendente do Banco Itaú disse-me que uma andorinha não faz verão. Estava correta. Mas o verão não precisa de andorinhas, senão do sol. 

E se cada cristão começar a pensar, vai ouvir a voz da sua consciência. E quando isto acontecer, vai começar a perceber que tem relevado muitas coisas que podia ter relevado. É bom ser exigente consigo mesmo, pois isto vai gerar uma atitude.  Por que não, deixar de comprar certas marcas de produtos, cancelar serviços e fechar contas bancárias? Se as vendas caem,  os lucros minguam. Não se trata de vingança, mas de pedagogia. Nossa voz só se torna audível, quando conquistamos o direito de ser respeitados. É isso que eu chamo de herança cristã.

Se toda vez que houver uma agressão gratuita, minha decisão for de apenas usar o controle remoto, e me resignar que sempre foi  e sempre será assim, ninguém saberá da minha indignação. E a melhor pessoa para saber dela, deve ser a fonte de financiamento dessas agressões.  Quando você fizer uma busca no Google com estes três verbetes: "Evangélico fecha conta", apenas isto. Vai notar que minha atitude se tornou pública.

Sim! eu também posso. E posso tudo NAQUELE que me fortalece: CRISTO.


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