sábado, 28 de maio de 2011

A COMEMORAÇÃO DO BICENTENÁRIO DA ASSEMBLEIA DE DEUS

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Pisando no Salmo 133:


Ó QUÃO "BOM" E QUÃO "SUAVE" É

QUE OS "IRMÃOS" VIVAM EM CONFUSÃO.


Dois convites - duas comemorações - dois lugares diferentes - duas Igrejas


CONVITE DA CONGREGAÇÃO MÃE
CONVITE AD.MAE


CONVITE DA CGADB
CONVITE CGADB



João Cruzué

Se você ainda não entendeu a mensagem, da comemoração de "200 anos", eu explico. No mês de junho a Congregação mãe da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Belém do Pará vai comemorar os 100 anos da chegada dos missionários suecos, Daniel Berg e Gunnar Vingren chegaram ao Brasil, onde estabelecera uma Igreja pentecostal, em obediência a voz do Espírito Santo.

A congregação mãe sob os missionários cresceu e se espalhou pelo Brasil. Gerou milhares de outras. E dessas outras, uma grande associação foi criada e hoje é um braço político-religioso das Assembleias de Deus: A CGADB.

Por razões que não tenho espaço para explicar aqui, houve um rompimento em um passado recente entre a liderança da Igreja "mãe" e as lideranças da CGADB. Como a cizânia foi além do ponto de volta, no mês do centenária, cada uma vai fazer a sua comemoração lá na Cidade de Belém. 100 anos cada uma. E o resultado de 100 + 100 na Aritmética dá 200. Entretanto para os que são espirituais esta conta dá outro resultado: 100 + 100 vai dar SEM! Sem amor, sem comunhão, sem testemunho, sem exemplo, sem consideração, sem apoio, sem a presença de Deus, sem humildade, sem união, sem graça, sem cultura, sem compromisso, sem JESUS!

A prova são os dois convites acima. Cada um convida para comemorar um Centenário diferente. Em lugares diferentes, dias diferentes e cultos diferentes.
Embora eu não concorde de jeito nenhum com muitas atitudes do Pr. Samuel Câmara, ele é de fato e de direito o Pastor da congregação de Belém do Pará, denominada a Igreja mãe, a primeira, o início das Assembleias de Deus no Brasil. Ponto.
Não há como apagar isto da História da Igreja.

Como não há nenhuma comunhão entre os dois grupos, a Igreja Evangélica Assembleia de Deus vai colocar mais um prego nas mãos de Cristo e compuscar a memória dos dois grandes missionários com uma comemoração exdrúxula, sectária, egoísta, carnal e hipócrita. Tudo o que estes líderes pregam nos púlpitos, pode até emocionar você e eu, mas que a presença do Espírito Santo ó...já se foi! Icabô!


Todo aleluia que for dado nessa comemoração vai ser uma ofensa a Deus, porque YAVÉ não é Deus de confusão.


E eu não tenho nenhuma outra palavra para descrever estes "dois" centenários que estão querendo comemorar a não ser esta: CONFUSÃO.



Causa queda airbus voo 447 Air France

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RELATÓRIO DO BEA EM PORTUGUÊS
(DEPOIS DOS COMENTÁRIOS)


João Cruzué

Da minha leitura do Relatório de Atualização das possíveis causas da queda do voo 447 da Air France, publicado hoje - 27/05/11, observei o seguinte:

O Comandante foi descansar (dormir) e deixou o comando da aeronave para seus dois copilotos.

Quando a turbulência esperada chegou, o piloto automático foi desligado, passando para o comando manual do piloto.

Durante a turbulência o copiloto observou leituras de velocidade estranhas e tomou a iniciativa de levantar o nariz do Airbus. Isto traz à discussão o assunto dos pitots, muito comentando na época da queda, como responsáveis indiretos pela queda.

O Comandante foi chamado várias vezes. (From 2 h 10 min 50, the PNF tried several times to call the Captain back.)

Quando o Comandante retornou a cabine, o avião já havia estolado - voo de bico para cima além do ponto de controle de estabilização. (At around 2 h 11 min 40 s, the Captain re-entered the cockpit.)

Nos 03 minutos seguintes o avião caiu. Se o Comandante podia fazer alguma coisa, ele chegou tarde demais. O avião empinou tanto o bico até que perdeu sua capacidade de sustentação no ar.

Em uma leitura leiga e interpretação não técnica: o avião caiu literalmente de ré.

(the descent lasted 3 min 30, during which the airplane remained stalled. The angle of attack increased and remained above 35 degrees)



SEGUE O ÚLTIMO RELATÓRIO COPIADO DO SITE DO BEA



PREFÁCIO ESPECIAL AO TEXTO PORTUGUÊS

Este texto foi traduzido e publicado pelo BEA a fim de facilitar a leitura pelos leitores brasileiros. Tão exata quanto a tradução possa ser, é o texto original em francês que deve ser considerado como o trabalho da referência


Histórico do voo

No domingo, 31 de maio de 2009, o Airbus A330-203, matrícula F-GZCP, operado pela Air France foi programado para efetuar o voo regular AF447 entre o Rio de Janeiro Galeão e Paris Charles de Gaulle. Doze tripulantes (3 PNT, 9 PNC) e 216 passageiros estão a bordo. A partida está prevista para as 22 h 00(1).

Às 22 h 10 a tripulação teve permissão para ligar os motores e deixar o pátio. A decolagem ocorreu às 22 h 29. O comandante de bordo é PNF, um dos copilotos é PF.

O peso na decolagem foi de 232,8 t (para um MTOW de 233 t), e incluia 70,4 toneladas de combustível.

À 1 h 35 min e 15 s, a tripulação informou o controlador ATLÂNTICO que passou o ponto INTOL e anuncia a seguinte estimativa: SALPU às 1 h 48 e ORARO às 2 h 00. Ela também transmite o seu código SELCAL e um teste é realizado com sucesso.

À 1 h 35 min 46 s, o controlador pediu que ele mantivesse FL350 e informasse sua estimativa para o ponto TASIL.

À 1 h 55, o comandante de bordo despertou o segundo copiloto e disse «[...] vá tomar o meu lugar».

Entre 1 h 59 min 32 s e 2 h 01 min 46 s , o comandante de bordo participou do briefing com os dois copilotos, onde PF disse principalmente que «um pouco de turbulência que você acabou de ver [...] devemos encontrar outras mais à frente [...] estamos na camada de nuvens, infelizmente não podemos subir muito agora porque a temperatura está diminuindo menos rapidamente do que o esperado» e que «o logon com Dakar falhou».

O comandante de bordo deixou a cabine.

A aeronave se aproxima do ponto ORARO voando ao nível de voo 350 e à velocidade Mach 0,82; a atitude longitudinal é de cerca de 2,5 graus. O peso e o centro de gravidade do avião são de cerca de 205 toneladas e 29%. O piloto automático 2 e auto-impulsão são ativados.

Às 2 h 06 min 04 s, o PF chamou os PNC e lhes disse que «em dois minutos devemos atacar uma área mais agitada do que agora e devemos ter cuidado lá» e acrescenta: «eu lhe ligo logo que temos que sairmos de lá».

(1)O tempo universal (TU) é a referência de tempo utilizado na aviação.

As 2 h 08 min 07 s, o PNF propõe «você pode, possivelmente, levar um pouco para a esquerda [...]». A aeronave começou uma ligeira virada para a esquerda ; o desvio em relação à rota inicialmente seguida é de cerca de 12 graus. O nível de turbulências aumenta ligeiramente e a tripulação decide reduzir o Mach para 0,8.

A partir das 2 h 10 min 05 s, o piloto automático e em seguida a auto-impulsão são desativados e PF anuncia «Eu tenho os comandos».

A aeronave rolou para a direita e PF exerce uma ação à esquerda e de elevação do nariz.

O alarme de queda dispara duas vezes.

Os parâmetros registrados mostram uma queda brutal de cerca de 275 kt para 60 kt da velocidade mostrada do lado esquerdo e poucos momentos depois a velocidade é mostrada no instrumento de resgate (ISIS).

Nota 1: apenas as velocidades mostradas no lado esquerdo e no ISIS foram registradas no registrador de parâmetros; a velocidade mostrada no lado direito não foi registrada.

Nota 2: o piloto automático e a auto-impulsão permaneceram desligados até o final do voo.

As 2 h 10 min 16 s, o PNF disse «perdemos as velocidades» e em seguida «alternate law {...]».

Nota 1: a incidência é o ângulo entre o vento relativo e o eixo longitudinal da aeronave. Esta informação não foi apresentada aos pilotos.

Nota 2: em regras alternative ou directe, as proteções em incidência não estão mais disponíveis, mas um alarme de perda (stall warning) é ativado quando o maior dos valores de incidência válidos excede um determinado limite.


A atitude da aeronave aumenta gradualmente para acima de 10 graus e leva a uma trajetória ascendente. PF exerce ações de pique e alternadamente da direita para a esquerda. A velocidade vertical, que tinha atingido 7.000 pés/min, diminuiu para 700 pés/min e a rolagem varia entre 12 graus à direita e 10 graus à esquerda. A velocidade mostrada à esquerda aumentou brutalmente para 215 kt (Mach de 0,68). A aeronave se encontra então a uma
altitude de cerca de 37.500 pés e a incidência registrada é de cerca de 4 graus.

A partir das 2 h 10 min 50 s, o PNF tentou por várias vezes chamar o comandante de bordo.

Às 2 h 10 min 51 s, o alarme de queda soa novamente. Os manches de controle de impulso são colocados na posição TO/GA e o PF mantém sua ordem de elevar o nariz. A incidência registrada, de cerca de 6 graus no disparo do alarme de queda, continua a aumentar.

O estabilizador horizontal regulável (PHR) passa de 3 para 13 graus ao levantar o nariz por 1 minuto aproximadamente; ele permanecerá nesta última posição até o fim do voo.

Quinze segundos depois, a velocidade mostrada no ISIS aumenta abruptamente para 185 kt ; ela é consistente com a outra velocidade registrada.

PF continua a dar ordens de elevar o nariz. A altitude da aeronave atinge o seu máximo em cerca de 38.000 pés, sua atitude e sua incidência são de 16 graus.

Nota: a inconsistência entre as velocidades indicadas no lado esquerdo e na ISIS durou pouco menos de um minuto.

Às 2 h 11 min 40 s, o comandante de bordo retorna à cabine. Em poucos segundos, todas as velocidades registradas se tornam inválidas e o alarme de perda pará.

Nota: quando as velocidades medidas são inferiores a 60 kt, os valores medidos das incidências são considerados inválidos e não são considerados pelos sistemas. Quando são inferiores a 30 kt, os valores de velocidade por si só são considerados inválidos.

A altitude está, então, em cerca de 35.000 pés.

A incidência ultrapassa 40 graus e a velocidade vertical é de aproximadamente -10.000 pés/min.

A atitude da aeronave não excede 15 graus e os N1 dos motores estão perto de 100%.

A aeronave sofre oscilações de rolagem que atingem por vezes 40 graus.

O PF exerce uma ação no manche no limite para a esquerda e de levantar o nariz, que dura cerca de 30 segundos.

As 2 h 12 min 02 s, o PF disse «eu não tenho mais nenhuma indicação», e o FNP disse «não temos nenhuma indicação que seja válida».

Neste ponto, os manches de comando de impulsão estão na posição IDLE (ponto morto), os N1 dos motores estão em 55%.

Quinze segundos depois, o PF faz ações de pique.

Nos instantes que se seguem, houve uma diminuição da incidência, as velocidades tornam-se novamente válidas e o alarme de queda é reativado.

Às 2 h 13 min 32 s, PF disse «vamos chegar ao nível 100». Cerca de quinze segundos depois, ações simultâneas dos dois pilotos nos mini-manches são registradas e o PF diz «vamos lá, você tem os comandos».

A incidência, quando válida, está sempre acima de 35 graus.

Os registros param às 2 h 14 min 28 s. Os últimos valores registrados são velocidade vertical de -10.912 pés/min, velocidade de solo de 107 kt, atitude de 16,2 graus de elevação do nariz, rolagem de 5,3 graus à esquerda e um rumo magnético de 270 graus.


Novos fatos estabelecidos

Nesta fase do inquérito, além dos relatórios do BEA, de 2 de Julho e de 17 de Dezembro de 2009, os novos fatos a seguir foram estabelecidos:

A composição da tripulação estava em conformidade com os procedimentos do operador.

No momento do evento, a massa e o centro de gravidade estavam dentro dos limites operacionais.

No momento do evento, os dois copilotos estavam na cabine e o comandante de bordo em repouso, este último voltou para a cabine cerca de 1 minuto 30 s após a retirada do piloto automático.

Houve uma inconsistência entre a velocidade indicada no lado esquerdo e a indicada no instrumento de resgate (ISIS). Durou pouco menos de um minuto.

Após o desligamento do piloto automático: a aeronave subiu para 38.000 pés; o alarme de perda soou e o avião entrou em perda ; as ordens de PF foram principalmente de elevar o nariz;

A queda durou 3 min 30 s, durante o qual a aeronave permaneceu em situação de queda.

A incidência aumentou e se manteve acima de 35 graus; os motores estavam em funcionamento e sempre responderam aos comandos da tripulação.

Os últimos valores registrados são atitude de 16,2 graus de elevação do nariz, rolagem de 5,3 graus na esquerda e velocidade vertical de -10.912 pés/min.






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quarta-feira, 11 de maio de 2011

PL 122, Relatório vai ser votado no Senado amanhã



Compilado por João Cruzué.


RELATORA: Senadora Marta Suplicy


Vai ser votado no Senado amanhã, quinta-feira - 12.maio.2011



I – RELATÓRIO

Vem ao exame da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) o Projeto de Lei da Câmara (PLC) nº 122, de 2006 (Projeto de Lei nº 5.003, de 2001, na Câmara dos Deputados), de autoria da Deputada Iara Bernardi. Essa proposição visa alterar a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, que trata da punição de crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.

O projeto aprovado pela Câmara e encaminhado ao Senado Federal para revisão, de início, amplia a abrangência da Lei nº 7.716, de 1989, acrescentando-lhe à ementa e ao art. 1º da lei as motivações de “gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero”.

Além dessa providência, o projeto altera os demais artigos da referida lei para que, em todos os tipos penais ali previstos, seja também considerada a motivação da discriminação ou preconceito de “gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero”.

No que respeita à discriminação no âmbito do trabalho, o projeto acrescenta dispositivo que tipifica como conduta criminosa a de motivação preconceituosa que resulte em “praticar, o empregador ou seu preposto, atos de dispensa direta ou indireta”.

Também é acrescentado como crime “recusar ou impedir acesso a estabelecimento comercial, negando-se a servir, atender ou receber cliente ou comprador”, para “impedir, recusar ou proibir o ingresso ou a permanência em qualquer ambiente ou estabelecimento, público ou privado, aberto ao público”.

No âmbito educacional, a proposição amplia a tipificação definindo como crime “recusar, negar, impedir, preterir, prejudicar, retardar ou excluir, em qualquer sistema de seleção educacional, recrutamento ou promoção funcional ou profissional”.

Também, o projeto trata das relações de locação e compra de imóveis, acrescentando, à lei, o crime de “sobretaxar, recusar, preterir ou impedir a locação, a compra, a aquisição, o arrendamento ou o empréstimo de bens móveis ou imóveis de qualquer finalidade”.

Por fim, entre outras modificações feitas na Lei nº 7.716, de 1989, são acrescentados dois artigos que definem como crime “Impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público”, em virtude de discriminação; e “Proibir a livre expressão e manifestação de afetividade do cidadão homossexual, bissexual ou transgênero, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos ou cidadãs”.

No que se refere às alterações do Código Penal, o projeto de lei sob exame acrescenta à denominada “injúria racial” as motivações decorrentes de “gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero, ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência”.

Quanto à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o projeto acrescenta-lhe dispositivo com a seguinte redação: “Fica proibida a adoção de qualquer prática discriminatória e limitativa para efeito de acesso a relação de emprego ou sua manutenção, por motivo de sexo, orientação sexual e identidade de gênero, origem, raça, cor, estado civil, situação familiar ou idade, ressalvadas, neste caso, as hipóteses de proteção ao menor previstas no inciso XXXIII do caput do art. 7º da Constituição Federal”.

A Deputada Iara Bernardi, [de Sorocaba] autora do projeto, argumenta que o objetivo da proposta é o “fim da discriminação de pessoas que pagam impostos como todos nós”. É, também, a “garantia de que não serão molestados em seus direitos de cidadania”, prevalecendo o que determina o art. 5º da Constituição Federal, segundo o qual “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”.

Inicialmente distribuído a esta Comissão e, também, à deConstituição, Justiça e Cidadania (CCJ), o PLC nº 122, de 2006, por força da aprovação de requerimento, foi encaminhado à apreciação da Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde recebeu parecer favorável nos termos de substitutivo apresentado pela relatora, Senadora Fátima Cleide.

Em seu substitutivo, a Senadora Fátima Cleide considerou quatro pressupostos:

· Não discriminação: a Constituição Federal em seu art. 3º, IV, estabelece que constitui objetivo fundamental da República Federativa do Brasil promover o bem de todos, sem preconceitos de
origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação;

· Intervenção mínima para um direito penal eficaz: na contramão das correntes conservadoras que pregam um direito penal máximo, um Estado Penal, o substitutivo partiu da idéia de que o direito penal, por ser o mais gravoso meio de controle social, deve ser usado sempre em último caso e visando tão somente ao interesse social; nesse sentido, as condutas a serem criminalizadas devem ser apenas aquelas tidas como fundamentais;

· Simplicidade e clareza: o substitutivo faz a nítida opção por uma redação simples, clara e direta, com pequenas modificações na Lei nº 7.716, de 1989, e no Código Penal;

· Ampliação do rol dos beneficiários da Lei nº 7.716, de 1989, que pune os crimes resultantes de preconceito e discriminação. É importante ressaltar que, além da criminalização da homofobia e machismo, inscrita no texto aprovado pela Câmara dos Deputados, o substitutivo tipifica como crime a discriminação e o ls2011-00994 preconceito de condição de pessoa idosa ou com deficiência.

De fato, a inovação do substitutivo foi trazer para a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, esses dois segmentos sociais, já beneficiados pelo § 3º do art. 140 do Código Penal.

Após análise desta Comissão, O PLC nº 122, de 2006, deverá seguir para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde será avaliado. Nesta comissão, não foram apresentadas emendas.


II – ANÁLISE

Veja o restante Senado 89821.pdf

Toda tramitação do Projeto até 11.05.2011: Tramitação PLC -79604