domingo, 25 de outubro de 2009

Irmã Ruth Doris Lemos do IBAD


Irmã Doris Lemos dormiu no Senhor
23.10.2009

O casal Ruth Doris Lemos e Pr. João Kolenda Lemos


Coral Ibad 2
O coral do Ibad perdeu sua regente.

Coral do IBAD - Regência da Irmã Doris
(YouTube)

"Ó Senhor enche-me com teu Espírito
E com teu poder e fogo
Toma este vaso, ó vem moldá-lo
Prá servir na tua obra Senhor.

Fala Senhor quero ouvir a tua voz
Ponha a tua mão sobre mim
Fixa meus olhos firme e suave
E unja minha vida, prepara-me Senhor.

Toma minha vida, vem consagrá-la
Para servir na tua Obra Senhor."
(Coral do Jubileu de Ouro do IBAD)

João Cruzué

No Dia Internacional da Mulher 2009 fizemos uma justa homenagem,em vida, à Irmã Ruth Doris Lemos, que tivemos o prazer de conhecer e entrevistar no final dos anos 80. Ficamos muito tristes por ela nos ter deixado, mas satisfeitos pelo privilégio de conhecer seu testemunho de vida. Ela gastou e se deixou gastar na obra missionária, adotando o Brasil com seu lar definitivo. Pelas suas mãos passaram milhares de jovens seminaristas brasileiros e estrangeiros.

Se hoje podemos ver Institutos Bíblicos e Faculdades de Teologia espalhados por todo Brasil, a História do IBAD nos mostra que o casal Kolenda Lemos passou por tempos muito difíceis. Pela ignorância e falta de visão dos líderes das Assembleias de Deus Paulista dos anos 50 e 60. Exceção feita ao Pastor João de Oliveira.

O IBAD poderia ter sido inaugurado em São Paulo, mas teve que ficar longe, em Pindamonhangaba. Nos primeiros anos, ela dava aulas de inglês, para sustentar a implatação do IBAD. Há muito mais na entrevista.

Irmã Ruth Doris Lemos era Pastora credenciada pelas AGs dos Estados Unidos desde os anos 60. Tive a oportunidade conhecê-la no final dos anos 80, quando publiquei sua entrevista no Jornal Arauto Cristão contando os detalhes da História do IBAD - o pioneiro, o melhor Instituto de formação teológica das Assembléias de Deus no Brasil.

A cerimônia de despedida com corpo presente aconteceu às 11:00h de 24.10.2009, na Capela do IBAD, e o sepultamente foi realizado às 13:00h, no Cemitério de Pindamonhangaba/SP.

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domingo, 18 de outubro de 2009

São Paulo era corinthiano

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João Cruzué

São Paulo
foi o apóstolo mais atuante da Bíblia. Sua história é cheia de surpresas e muitos eruditos afirmam que se não fora ele, o cristianismo não teria chegado até os nossos dias. Quero dedicar este publicação aos milhares de torcedores corintianos, a maioria, por certo, ainda não conhecedora deste grande homem que mudou a história do seu e do nosso tempo. Vou usar de algumas analogias para alinhavar texto. No final vou deixar o meu convite.

Ele nasceu em lar "palmeirense", pois dizem que seu pai era cidadão romano. Roma era e é a Capital da Itália, berço Palestrino. Mas, depois de ter caído do cavalo e conhecido o Rei dos reis e o Senhor dos Senhores, deixou de ser perseguidor dos crentes. Tornou-se um deles, e sozinho fez mais pelo cristianismo ao longo de dois mil anos do que todos os jogadores do Coríntians de todos os tempos.

Então Paulo começou a viajar pela Ásia para levar as palavras do Evangelho. De todas as cartas que escreveu, nenhuma foi tão áspera e ao mesmo tempo amorosa quanto as que ele escreveu para os crentes da Cidade de Corinto. São Paulo tinha um coração corinthiano. A prova está aí embaixo:

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"Porque, no meio de muitos sofrimentos e angústias de coração,
vos escrevi, com muitas lágrimas, não para que ficásseis entristecidos,
mas para que conhecêsseis o amor que vos consagro em grande medida.
Paulo em II Coríntios 2:4

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Eu de boa vontade me gastarei e ainda me deixarei gastar em prol
da vossa alma. Se mais vos amo, serei menos amado?
II Coríntios 12:15
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São Paulo não era um torcedor de futebol na acepção literal da palavra. Ele não era um mero expectador de um jogo. Ele sofreu, foi apedrejado, surrado várias vezes, caçado como um animal mas nunca desistiu de pregar o Evangelho. Era apenas um homem, mas quando chegava em uma cidade suas palavras provocavam profundas reações nos homens.

Nietzsche chegou a dizer que a Igreja Cristã chegou até nossos dias, por causa de Paulo. Ele não corria atrás da bola. Não era apenas um torcedor, era um formador de times. Por onde passou deixou uma Igreja em cada lugar. Ele tinha mais raça que qualquer jogador que já passou pelo coringão. A julgar pelos cuidados, de todas as Igrejas que iniciou e cuidou, nenhuma recebeu tantos cuidados como a Igreja em Corinto. Foram duas cartas totalizando 29 capítulos escritos com muito zelo.


Preso, Paulo foi deportado para Roma onde morreu decapitado sobe as ordens de Nero. Não antes de ter pregado o Evangelho por alguns anos em terras "palmeirenses", chegando a ver salvação de Deus até entre as pessoas que viviam na corte romana.

Desde que São Paulo conheceu o Senhor Jesus Cristo, o Rei dos reis, o Mestre dos mestres, o Senhor dos senhores, embora tivesse apanhado e sofrido tanto, ele nunca foi uma pessoa triste, amargurada e derrotada. O que levava Paulo a continuar pregando o Evangelho, mesmo debaixo de açoites e pedras era a presença de Deus em sua vida. E quem tem a presença de Deus, tem a mais profunda paz e longe de ser triste é a pessoa mais alegre desse mundo.

Paulo não pertencia ao mundo do futebol. Seus olhos não seguiam a bola, nem aplaudia as façanhas de 11 jogadores. Paulo gastou os dias sua vida pelo Evangelho. Já se passaram mais de 2.000 anos, e ele ainda não foi nem será esquecido. Paulo tinha um coração corintiano, mas dentro dele não havia uma bola. Havia a presença de Deus.

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"Jesus respondeu e disse-lhe: Se alguém me ama, guardará a minha" palavra,
e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada
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João 14:23
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